sexta-feira, fevereiro 02, 2007

À Palla do Governo...

Ela foi entrevistada, disse tudo o que quis e obrigou o não a reagir.

Eu sabia que já tinha visto este nome em algum lado. Esqueceu-se o Público de divulgar o nome completo da Palla: Maria Antónia Palla Assis Santos. Mesmo assim o nome não me dizia nada. Mas quando descobri o que fazia, lembrei-me logo de um texto que recebi certo dia. A dita senhora é Presidente da comissão administrativa da Caixa de Providência e Abono de Familias dos Jornalistas. E é mãe de duas das pessoas com mais influência no nosso país: o ministro António Costa e o director da SIC Noticias, Ricardo Costa.

Como o lado do sim têm tendado, em vão, denegrir a imagem dos defensores do não, por causa deste blogue, acho eu que a senhora, que chamou associações criminosas àquelas que apoiam as adolescentes grávidas, é capaz de incorrer num crime, infelizmente sem pena: a cunha! Eis o texto que recebi:


A opinião pública é fabricada por quem? Pela COMUNICAÇÃO SOCIAL.
E porque é preciso ter os jornalistas na mão.... O subsistema de saúde "dos fazedores de opinião" é INTOCÁVEL!!!
A Caixa de Previdência e Abono de Família dos Jornalistas é dirigida por uma comissão administrativa cuja presidente é a mãe do ministro António Costa (PS) e do Director-Adjunto da Informação da SIC, Ricardo Costa. Maria Antónia Palla Assis Santos - como não tem o "Costa", passa despercebida...
O Ministro José António Vieira da Silva (PS) declarou, em Maio último, que esta Caixa manteria o mesmo estatuto!Isso inclui regalias e compensações muito superiores às vigentes na função pública (ADSE), SNS e os outros subsistemas de saúde.

Lendo o final da entrevista, compreendemos que o problemas dos Costas é meramente hereditário...

Para a jornalista e activista dos direitos humanos, a despenalização do aborto é a conquista da "última liberdade" das mulheres, que devem ter o direito de decidir "quando, quantos e se querem ter um filho", mas é também o reconhecimento do "direito da criança a ser desejada". Por isso, qualifica de "associações criminosas" aquelas "que dizem às adolescentes para terem filhos, porque elas depois dão-lhes um berço, quando "uma criança precisa de muito mais do que um berço" e "uma mãe adolescente, na melhor das probabilidades, é uma mulher sem futuro", atira. O contrário é "reproduzir a pobreza, em vez de incitar à consciência e à responsabilidade".

1 Comentários:

Anonymous Maria escreveu...

Essa criatura inominável não é aquela desavergonhada criminosa (porque filmou o crime, o que é o mesmo ou pior do que se o tivesse praticado ela própria) que, pouco tempo após termos sido libertados do 'terrível jugo' a que havíamos sido submetidos, fez ou produziu e nele participou fazendo a reportagem, um programa de televisão em que mostrava uma mulher a praticar um abôrto, em directo? Claro que é a mesma, nem poderia ser outra! E essa mulher não tem vergonha na cara e não se arrepende do programa que fez em directo e do abôrto que 'obrigou' alguém a praticar? Claro que não. Os criminosos além de desavergonhados nunca se arrependem de crime algum que cometam, querem sempre mais e mais crimes, mais e mais sangue. E sentirá ela remorsos de ter pago a alguém para assassinar um ser humano em desenvolvimento, indefeso e inocente? Também não, claro que não. Ela se pudesse mandava matar todos os bebés que estão para nascer. Mas, que pergunto eu? Esta gente tem lá alguma vergonha na cara e remorsos na alma dos crimes que praticam! São os maiores traidores e criminosos (elas e eles) deste País desde os da 1ª República, dos quais são seguidores fiéis e descendentes por afinidades políticas e/ou via sanguínia, como se sabe. Essa e todas as do bando a que pertence, ocupam há dezenas d'anos postos-chave em todos os lugares decisórios da sociedade, ela própria é detentora de um, como não poderia deixar de ser - incluíndo aquele onde eles se resguardam e pontificam, produzindo e promulgando decretos-lei nas costas do Povo, como aquele que haveria de matar milhares de inocentes - e deles não largam mão, aperreando e sufocando o Povo. Ela frequentou o Colégio Moderno, segundo li algures. Dito isto, está tudo dito sobre a criatura. Provém de uma fábrica que produziu traidores e criminosos em série. Todos os de cara estanhada, hipócritas, cínicos e de procedimentos desbragados, cujas fácies diabólicas conhecemos de cor há 3 décadas - basta ver a que partidos pertencem, as actividades políticas e sociais que desenvolvem, o tipo de campanhas que promovem, os cargos públicos ou privados que desempenham e os departamentos e/ou instituições a que estão directa ou indirectamente ligados - são produto do mesmo fermento putrefacto, bolorento, fungoso, portanto letal. Que espécie de carácter e formação moral pode ter uma criatura que produz, incentiva e participa num programa televisivo em que é praticado um aborto em directo, como o acima citado? Ela e os da sua igualha é que são os verdadeiros 'abôrtos' da nossa sociedade que deveríam ter sido abortados pelas mães na devida altura, de modo a não termos de os suportar agora. É uma pena o tempo não andar para trás. Caso isso acontecesse poderia ser que a mãe dela (e a dos outros 'abôrtos' vivos que com ela se mancomunam e se preparam àvidamente para o repasto comemorativo após a matança dos inocentes a que o "sim" daría lugar, mas tal sorte sanguinária não terão, se Deus quiser) a abortasse persuadida por uma eventual campanha igual àquela em que ela agora participa. Isso é que seria um bem para Portugal e viveríamos todos muito melhor sem estes criminosos à nossa volta, a atmosfera ficaría mais despoluída e não andaríam a matraquear-nos o juízo diàriamente com argumentos cínicos e hipócritas para camuflar o maior crime - e locupletarem-se com os lucros fabulosos que daí lhes adviríam - a que está a assistir a humanidade e que cá igualmente eles perpetraríam caso ganhasse o "sim". Os criminosos compulsivos só se sentem bem a matar e a ver matar e quantos mais crimes cometerem ou virem ser cometidos, melhor se sentem, evidentemente protegidos pelos poderes instituídos e com todos os seus 'outros' vícios satisfeitos, os quais (vícios) andam normalmente de mãos dadas com os crimes de sangue, como este agora de quererem assassinar seres humanos em gestação e em série, que não se podem defender. Que pretexto obscuro poderosíssimo estará por detrás desta vontade indomável mundial de assassinar milhões de crianças (porque de crianças em desenvolvimento efectivamente se trata, digam os abortadores o que lhes apetecer), que de resto já está há muito em prática pelo mundo fora? Claro que todos sabemos qual é. As ordens para a matança vêm de fora, de muito longe, para serem cumpridas e estes robots com chips implantados e comandados à distância não podem desobedecer (não os deixam, mas eles também não quereríam) nem vacilar.
O que eles mereciam que se lhes fizesse sei eu e que pena não o podermos fazer. O quê? Fazer-lhes aquilo que eles querem fazer a milhares de bebés, isto é, 'abortá-los' ou seja, esquartejá-los como o querem fazer às crianças em desenvolvimento e lançá-los no caixote do lixo. E perante uma sentença de morte cruel e desumana como esta que lhes seria decretada (exactamente igual àquela que eles reservam aos seres em gestação), seria bom ouvir os argumentos que alegaríam em sua defesa, estes diabólicos pequenos estalines, para escaparem ao esquartejamento e lixo. Porque contràriamente aos bebés que nenhum crime cometeram e não têm culpa alguma de terem sido concebidos, encontrando-se em desenvolvimento intra-uterino supostamente protegidos pela mãe mas sem defesa possível contra quem lhes queira retirar a vida, os assassinos que o querem fazer à força, estão já 'cá fora', são seres adultos totalmente formados, livres, pensantes e com meios para se defenderem caso lhes fosse decretado o mesmo destino, muito embora como criminosos violentos nem essa salvaguarda merecessem. Os fetos são seres humanos em desenvolvimento e no estado de crescimento em que se encontram, qualquer que ele seja, são iguais ao que todos nós já fomos e se os deixarem, tornar-se-ão seres humanos como nós, únicos e irrepetíveis. Pela sua intrínseca vulnerabilidade são impotentes contra qualquer mal que lhes possam causar, encontrando-se totalmente dependentes da protecção de suas mães e se estas, as únicas que o podem fazer, não lha oferecem ficam à mercê dos carrascos do séc. XXI, condenados a morrer mesmo antes de nascerem.
Que pena toda esta malvada gente não ter sido abortada no tempo de Salazar, de quem tão mal dizem mas em cujo regime nasceram. Se calhar fazem-no por não terem sido realmente atiradas para o lixo, vingando-se nos inocentes já que não podem vingar-se no Estadista. A culpa pertence todinha a Salazar, a quem aliás esta cambada deveria agradecer estar viva, mas e será que o fazem? Provàvelmente não, odiando-o pelo facto de eles próprios terem nascido durante o seu regime e por as mães não os terem abortado, porque eles odeiam a humanidade e odeiam-se a si próprios preferindo estar mortos, mas diabòlicamente egoístas e maus como todos eles são, quantos mais seres humanos forem destruídos no planeta, como eles próprios gostaríam de ter sido mas infelizmente para nós e para eles próprios, não o foram, melhor se sentem.
Grave erro o de Salazar, certamente o seu maior, não ter promulgado um decreto-lei qualquer obrigando as mães destas vergonhosas criaturas a abortarem (ai se Salazar desconfiasse sequer por um segundo, dos crimes que estas criaturas um dia iríam praticar no País..., ou porventura até desconfiou, por isso os conservou bem longe da Pátria enquanto teve forças para tal) estes, sim, verdadeiros 'abôrtos' da humanidade, como de resto o estão a provar à saciedade se dúvidas houvesse. E por este inapelável erro de Salazar, os portugueses sofrem agora as terríveis consequências. Contràriamente ao que estes criminosos e traidores andam cìnicamente a propagar há décadas, afinal ele não era tão mau como de facto e com justeza devería ter sido. A prova está à vista.

Maria

2/03/2007 11:35:00 da tarde  

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